terça-feira, 12 de abril de 2016

Review: Rise of The Tomb Raider

Disponível para PC (versão analisada), Xbox 360, Xbox One e PlayStation 4. 


Até pouco tempo atrás, Tomb Raider era um franquia bem "tanto faz" pra mim. Seus jogos não me chamavam a atenção, eu achava sua mecânica bastante travada e ruim de jogar, e quando resolvia tentar a sorte com algum título, perdia o interesse logo nos primeiros momentos.

Isso mudou com o reboot que a saga ganhou em 2013, o qual recebeu uma boa atualização nas mecânicas de jogabilidade e deu aquela renovada que a franquia merecia, adequando-a às tendências da indústria de games contemporânea. Joguei e terminei o game com empolgação, e mesmo não o achando um "primor à frente do seu tempo cheio de inovações e ditador de regras para a indústria", gostei do jogo. Ele, por sua vez, cumpriu comigo sua função de reboot em trazer novos fãs para a série, de maneira que futuras sequências viriam a despertar meu interesse.

O novo título da série, Rise, foi algo que ganhou minha atenção gradativamente ao longo dos trailers e notícias anunciados. Quando apresentaram-no pela primeira vez na E3, achei "legal", tal qual o anterior. Mas aos poucos ele foi me conquistando, e pouco antes do lançamento para PC eu me encontrava entre os mais hypados pelo jogo. Bastou o Tio Gabe dar uma porcentagenzinha simplória de desconto e não pensei duas vezes em comprá-lo. E senhores, nem eu, nem todos os demais que fizeram isso, nos arrependemos. Bora lá que eu vou contar o porquê.