segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Parabéns pra nós! 29 de agosto é o Dia Internacional do Gamer!


É com muita alegria que quero compartilhar com vocês a comemoração da data de hoje: 29 de agosto é o Dia Internacional do Gamer! Já é uma satisfação enorme sermos portadores deste título, melhor ainda é saber que temos um dia no qual somos reconhecidos por isso!

A data foi criada em 2008 por um grupo espanhol de revistas de games que quis que a principal alcunha dos jogadores fosse reconhecida no calendário. Os videogames em si já possuíam seu dia para serem celebrados (12 de setembro e, posteriormente, 8 de julho) mas faltava uma data em que os jogadores se sentissem agraciados. Então hoje, mais do que se orgulhar do aparelho que está em sua estante, é dia de sentir orgulho da sua paixão por jogar, e para os mais aficionados, é dia de exaltar a opção de lifestyle que se escolheu para si.

Existem muitos tipos de gamers. Tem aqueles que gostam de jogar apenas por diversão ou passatempo, já outros que levam a coisa mais a sério e realmente entram no mundo do jogo cada vez que a tela de "Press Start" aparece. Há os que preferem jogar sozinhos, e também quem aprecie uma boa companhia, seja no cooperativo ou no competitivo. E tem quem goste de todos os estilos, também. Há gamers de um só jogo, de um só gênero, e há quem jogue de tudo. Se você aprecia jogar e vê os games como parte da sua vida, a data de hoje é pra você comemorar! Aliás, pra nós comemorarmos, porque eu celebro junto, ora!

Então, parabéns pra nós! Segunda-feira é um dia um pouco complicado pra bater aquela jogatina em comemoração à data, mas vale fazer um esforço! Aproveitem e comam uma pedaço de bolo junto, já que a data é especial, kkkkkk! Um abraço a todos!

domingo, 28 de agosto de 2016

Vale a pena comprar um PlayStation 3 ou um Xbox 360 em 2016?


Estamos num período complicado para a indústria dos videogames. Há quase 3 anos, nascia a tão aguardada oitava geração de consoles, onde os antes sonhados PlayStation 4, Xbox One e Wii U estavam oficialmente ganhando vida e tomando as prateleiras de lojas mundo afora. A expectativa da comunidade gamer para com estes novos aparelhos era grande, pois na geração anterior, o impacto causado pelo Xbox 360, Nintendo Wii e PlayStation 3 foi algo absurdo. O trio da sétima geração apresentou-se ao mundo como aparelhos de ponta que traziam consigo novas maneiras de jogar, através de jogos com padrões que definiriam as regras da indústria por mais de uma década, a experiência online definitiva em consoles e uma quantidade absurda de títulos memoráveis que há muito tempo não se via. Tendo um currículo como esse, o trio daria trabalho para os consoles novatos o superarem, algo que até agora, aos olhos de grande parte da comunidade, não conseguiram.

Fato é que a atual geração de consoles ainda "não tomou um rumo na vida". Nesses quase 3 anos, viu-se apenas update gráfico como novidade principal na maioria dos jogos, enquanto mecânicas de gameplay, possibilidades e etc, permanecem as mesmas (ou em alguns casos, até inferiores) às dos jogos da geração anterior. Isso sem falar na infinidade de problemas de desempenho que os jogos atuais vêm enfrentando em praticamente todas as plataformas em que são lançados (incluindo PC), apresentando mil tipos de falhas técnicas e de funcionamento, transformando experiências que poderiam ser magníficas em verdadeiras dores de cabeça para os gamers.

Pois bem, enquanto a geração atual não se resolve e fica nessa ladainha, que tal darmos uma outra olhada às plataformas da sétima geração? Em função dos preços de videogames e jogos aqui no Brasil estarem entre os mais caros do mundo, acredito que muita gente tenha deixado o PlayStation 3 e o Xbox 360 passarem batido, até porque esses foram os primeiros videogames que realmente obrigaram os brasileiros a adquirir não só o console, como também os jogos originais (ao longo da geração descobriu-se maneiras de desbloquear os aparelhos, mas eram métodos mais complicados do que a solda do chip Matrix do PS2 que até o véio que arruma TV de tubo na loja da esquina sabia fazer). Por isso, muita gente acabou parando no PlayStation 2 ou até mesmo migrando para o YouTube (sim, povo sofrido que passou a só assistir gameplay e não jogar nada, eu estou falando de vocês!). Para todos que deixaram esses ótimos consoles passarem, trago uma boa notícia: agora que o PS4, o XOne e o Wii U tomaram o posto de "itens mais caros da prateleira de games", os queridos da sétima geração deram uma barateada nos preços, tanto nos consoles e acessórios quanto nos jogos. Ainda tem uns malandros por aí que querem cobrar mais de mil conto nesses aparelhos, mas com uma pesquisinha de preço é possível encontrar ofertas acessíveis. Então vem comigo, que eu vou te mostrar porque esses consoles ainda valem muito a pena serem adquiridos, e ainda, mostrarei como você não só não está prejudicado por não ter um console atual, como até sai na vantagem em alguns aspectos. E mesmo pra você que comprou recentemente seu Xbox 360 ou PlayStation 3, essa viagem será interessante não só para agregar algum conhecimento, como também para pegar algumas dicas sobre o console e também sobre jogos para curtir nele. Bora!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Dubladores brasileiros e seus trabalhos nos games


Jogos dublados em português têm se tornado cada vez mais frequentes. Em relação ao tempo em que a mídia existe, pode-se dizer que demorou muito para que o Brasil fosse reconhecido pelas produtoras a ponto de ter seu idioma oficialmente localizado nos títulos de videogame.

Na época do PlayStation 2, já encontrávamos alguns títulos modificados pelos próprios jogadores, que substituíam as legendas padrões em inglês por legendas em português criadas por eles próprios. O empenho em tal tarefa era louvável, mas o resultado final raramente agradava, tendo em grande parte problemas na gramática além de falhas no alinhamento, tamanho e coloração, o que dificultava a leitura e o entendimento do que estava escrito ali. Com o avanço para a próxima geração de consoles, o processo de adaptação do idioma dos jogos para o público brasileiro engatinhava, e já haviam alguns títulos exclusivos de Xbox 360 e PlayStation 3 com dublagem em nosso idioma (no PlayStation 3 demorou mais, tendo os primeiros Ratchet & Clank Future, Killzone, Uncharted e MotorStorm em português de Portugal, e só nos capítulos finais dessas séries houve a localização completa para o nosso português).

Por volta de 2011 o cenário começou a mudar, e vários títulos não-exclusivos passaram a apresentar legendas em português do Brasil de maneira oficial. Assassin's Creed Revelations, Max Payne 3, Mortal Kombat 9, Call of Duty Modern Warfare 3, Batman Arkham City e vários outros podiam ser melhor compreendidos pelo público local que não possuía grandes habilidades com o inglês.

O processo foi avançando de maneira gradual, e hoje não temos do que reclamar. Praticamente todo título AAA tem sido lançado com dublagem em português brasileiro, alguns ainda chegam apenas com legendas (como os da saga Resident Evil), e exceção mesmo se tornaram os games que não possuem o nosso idioma nas opções de áudio ou escrita.

Mas e quem são as vozes por trás daqueles personagens que nos envolvem em horas e horas de jogatina e divertimento? Muitas vozes podem ser estranhas, mas algumas você provavelmente deve conhecer. No início, as dublagens no nosso idioma eram feitas por dubladores americanos que falavam português brasileiro (!). Uncharted 3 e Max Payne 3 são exemplos disso, onde os personagens que falam português cometem erros banais na pronúncia de palavras básicas da nossa língua. Não há nada de anormal nisso, tem pouco brasileiro que sabe pronunciar "World" ou "Country" corretamente. Mas enfim.

Conforme os jogos dublados em nosso idioma foram recebendo boa aceitação por parte do público, ao mesmo tempo em que pedidos contínuos por dublagens melhores eram constantemente requisitados, as produtoras entenderam que o Brasil tem mercado e consumidores exigentes para esse tipo de adaptação de localização. A partir de então, dubladores profissionais daqui da nossa terra passaram a integrar o conjunto de vozes de vários games, e a experiência de imersão proporcionada a nós jogadores só teve a ganhar com isso.

Dublagem sempre foi um assunto que me interessou bastante. Sempre fui muito curioso em saber quem é o dublador ou dubladora desse ou daquele personagem, como é feito o processo de dublagem, como funciona a burocracia contratual e de direitos por trás da adaptação de cada obra, etc. Pensando nisso, decidi trazer a vocês uma lista com 9 ótimos dubladores que já contribuíram e continuam contribuindo para o mundo dos games, para que vocês possam conhecer os rostos por trás das vozes de personagens que vocês conhecem, bem como fazerem associações e afiarem seus ouvidos para reconhecerem esse ou aquele dublador quando ouvirem sua voz em qualquer conteúdo em que ele participe, seja filme, série, desenho, anime ou é claro, games!

domingo, 7 de agosto de 2016

Review: Pulseman

Disponível exclusivamente para Mega Drive.


Produzido pelo estúdio Game Freak e lançado para o Mega Drive em 1994 apenas no Japão, Pulseman é uma daquelas pérolas que todo console tem em sua biblioteca: um jogo pouco conhecido, porém, com um nível de qualidade e acabamento que poderiam tranquilamente enquadrá-lo entre os principais títulos de sua plataforma.

Esse foi um game recorrente em minha infância. Vez ou outra, eu o jogava pelo emulador Genecyst que veio instalado com 390 jogos de Mega Drive no meu primeiro computador, lá no começo dos anos 2000, porém, nunca consegui finalizá-lo. Ao longo dos anos, nunca deixei de ter a ROM de Pulseman junto aos Sonic e Streets of Rage em meus emuladores de Mega Drive. E foi na semana passada que decidi pegar o título e jogá-lo a sério, à fim de terminá-lo de uma vez por todas e trazer a review aqui pra vocês. Confiram, então, a análise de Pulseman!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Guia Prático de "Know-How" em PC Gaming do Willi | Parte 4 | Reflexões Sobre o Jogador


Enfim, chegamos ao final deste guia, e no post de hoje, o foco não será na máquina ou nos jogos, mas sim em você, jogador. Depois de termos passado por assuntos relacionados a hardware e software, chegou a hora de encerar esta série de posts fazendo uma reflexão sobre o comportamento do ser humano.

Montar um computador para jogos e, mais que isso, saber usá-lo corretamente, não é uma tarefa simples. Como pudemos ver ao longo do guia, todas as etapas exigem bastante empenho e dedicação por parte do jogador: desde a escolha cuidadosa das peças até o entendimento sobre os processos que estão ocorrendo na tela à sua frente, tudo envolve uma série de informações, números e dados técnicos, e aqueles que melhor sabem interpretar e gerenciar tudo isso são os que de fato merecem o título de PC gamers. Afinal, se fosse para "ligar e jogar", jogaríamos no console. Não me entenda mal: ninguém é obrigado a ser expert, mas como estamos falando de uma plataforma aberta, customizável e com uma vasta gama de possibilidades, limitar-se ao "arroz com feijão" é algo meio contraditório.

Um assunto que geralmente ronda o público jogador de PC é a Master Race. O termo é usado para simbolizar a corrida dos PC gamers pela melhor configuração, pelo melhor desempenho, pela máquina mais robusta, etc. E muitas pessoas acreditam que todos os PC gamers são master racers, quando na verdade não é assim que funciona. Seja pra você, gamer de PC super conformado que joga os games de 2016 no low em 720p; seja pra você que não pode ver um anúncio de placa de vídeo nova que já vai correndo fazer pré-venda; seja pra você que não entende nada do que foi dito aqui ao longo do guia e quer dar opinião sobre alguma coisa; esse post é pra todos vocês.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Guia Prático de "Know-How" em PC Gaming do Willi | Parte 3 | Resoluções e Frames na Tela, Por Que as Pessoas Brigam Tanto por Isso?


"Mas o meu roda em 1080p e o seu em 900p"

"30 FPS já são suficientes!"

"Eu em 30 FPS não jogo."

"Bom mesmo seria jogar em 4K."

"Calem a boca! Eu aqui no meu PC ferrado com tela de tubo e periféricos de 20 reais jogo mais que todos vocês!"

Hoje é o dia! Depois de falar sobre peças e gráficos, o meu guia de know-how tratará de dois assuntos que, de uns anos pra cá, dominaram as discussões entre gamers nas caixas de comentários internet à fora: a resolução e o framerate dos jogos. Afinal, isso importa tanto? Esse bando de gente que discute isso sabe do que está falando? E tem máquina suprema pra falar? É o que vamos descobrir no post de hoje!

Pois bem, assim como fiz nas outras partes, não vou me alongar demais e encher você leitor de termos técnicos e informações de cunho avançado, mas sim, explicarei de uma maneira simples e direta o que são esses dois fatores e qual a função deles num jogo.

Resolução é o tamanho da sua imagem, ou seja, a quantidade de pixels de largura pela quantidade de pixels de altura. É claro que quando falamos de resolução, existem duas em questão: a do jogo e a da tela. Um pixel da resolução do jogo seria um pontinho da imagem, e um pixel da tela seria uma lampadazinha que se ilumina de acordo com o pixel da imagem. Todos os pixels da resolução do jogo, juntos, formam a imagem, e todos os pixels da tela, juntos, exibem a imagem.

Já os frames são os quadros que, exibidos rapidamente e em sequência, nos passam a sensação de movimento, ou seja, de vídeo. Framerate, esse termo tão usado por aí, significa nada menos que taxa de frames, ou seja, a quantidade de frames exibidos na sua tela dentro do tempo de 1 segundo.

Pois bem, hora de entender como e onde esses fatores afetam na qualidade do seu jogo.